VOCÊ QUER TER RAZÃO OU QUER SER FELIZ?

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Você já viu em algum lugar ou ouviu alguém dizendo essa frase: eu não quero ter razão, eu quero ser feliz?

Ela foi dita pelo poeta brasileiro, Ferreira Gullar, em meio a uma discussão entre um colega palestino e um israelense durante um encontro internacional de escritores. No meio da acalorada discussão, Gullar foi chamado para opinar sobre quem tinha razão e então ele respondeu: eu não quero ter razão, eu quero ser feliz.

É muito comum presenciarmos discussões ou até mesmo brigas intensas para as quais, ao tentarmos identificar os resultados que as pessoas obterão, chegamos a achar graça, pois os resultados serão apenas perdas, ressentimentos e prejuízos.

Nessa situação, caso você deseje colocar ainda mais lenha na fogueira, basta interferir, fazendo a seguinte pergunta: onde você quer chegar com essa discussão?  Recomendo que você saia rapidamente de cena, já que a intenção dessas pessoas é brigar e você as atrapalhará com essa intervenção.

Pense, toda comunicação tem um objetivo, presumidamente positivo. Apesar de sabermos disso, muitas vezes nos surpreendemos replicando tal comportamento. Isso ocorre quando a razão perde lugar para os gatilhos emocionais que aprendemos a ter.

Todos os comportamentos que se manifestam como recorrentes em determinados contextos nada mais são do que processos mentais inconscientes que aprendemos a ter.

Quando se trata de comportamentos que nos prejudicam, o processo de seu aprendizado obedece às cumpre as seguintes regras:

  1. Até os sete anos de idade o lado racional de nossa mente ainda não está estruturado. Portanto, tudo que experienciamos tende a ser percebido com forte emoção.
  2. Como um dispositivo de proteção emocional, a nossa mente distorce a realidade e deleta as outras maneiras de percebermos o fato.
  3. Se a nossa mente perceber que a maneira com a qual reagimos à situação foi a melhor entre todas, ela tende a generalizá-la, em forma de processo inconsciente automático.
  4. Então, a partir desse momento, toda vez em que ocorrerem fatos e contextos entendidos como semelhantes, reagimos automaticamente da mesma maneira.
  5. E toda vez em que ocorre esse tipo de reação, o evento é registrado em nossa linha do tempo de modo muito próprio que o vincula aos outros eventos que de alguma maneira possam ser semelhantes.
  6. A essa sucessão de eventos registrados com o mesmo significado e que acionam a mesma maneira de reagir chamamos de Gestalt.
  7. Quando um novo evento semelhante ocorre, todos os elementos da Gestalt “são acionados”, fazendo com que as memórias relacionadas a ela passem pela nossa mente inconsciente.
  8. Em função da enorme velocidade de operação da nossa mente inconsciente, nós não vemos e nem ouvimos os elementos dessa Gestalt, mas reagimos automaticamente conforme o processo que se generalizou desde os primeiros eventos.

Sabe o tal de perdi a cabeça, ou eu me descontrolei. Toda comunicação tem (ou deveria ter) um objetivo. Mas quando o “sangue sobe” perde-se o objetivo de vista e quem toma conta da cena são as reações emocionais. E eu sei que você sabe do que eu estou falando.

Para reverter esse quadro basta aprender a instalar na sua mente inconsciente outras formas de reagir mediante o mesmo gatilho.

Os cursos Practitioner e Master em PNL nos ensinam a fazer isso com facilidade, assim como os nossos atendimentos terapêuticos.

Um forte abraço!

Mauricio Magagna

Master Em PNL

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