Depressão Pós Parto – Descubra o Motivo e Como Lidar Com ela.

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De onde pode vir aquela gama de emoções negativas em um momento que deveria, pelo menos em tese, ser imensamente positivo?

E muito mais grave do que a razão das coisas seriam as dúvidas do tipo: como pode a recém mãe ter consciência sobre os impactos negativos que o seu estado emocional causará na saúde do bebê, saber que ele necessita ser plenamente amado e acolhido, mas não conseguir expressar isso à vulnerável criatura?

O que estaria por trás desse antagonismo, nos casos da gravidez desejada, já que na gravidez acidental tudo seria mais fácil de explicar?

E como cada pessoa envolvida no contexto reage e/ou poderia reagir, já que uma pessoa depressiva causa, por parte de quem está em seu entorno, entre outras coisas, a percepção de desesperadora impotência?

E pior ainda do que tudo isso será o fato de existirem irmãos pequenos do novo habitante daquele ambiente.

Nesse contexto, já é natural o compartilhamento do restrito estoque de afetividade esperada dos pais e com a principal fonte de afeto fora de combate em função da depressão, a percepção dos bons sentimentos se tornará mais escassa ainda. Ou seja, impactos marcantes atingirão a todos.

Então não estamos falando apenas da pessoa com os sintomas da depressão, mas das enormes consequências sobre todos que fazem parte daquele eco sistema.

E como resolver isso em poucas horas, ao invés de demorar o tempo suficiente para que os danos sejam muito significativos? Através da PNL.

Uma das maravilhosas diferenças do entendimento sobre o comportamento humano na ótica da Programação Neuro Linguística comprada com todos os outros tipos de terapia é a individualização da causa das coisas.

Todo comportamento tem uma origem específica e ele surge através da interpretação da pessoa em contextos e momentos muitos específicos de sua vida.

Tudo já se potencializa na primeira infância – até os sete anos de idade – e os fatos relevantes que ocorrem ao longo da vida reforçam e ao mesmo tempo disparam gatilhos geradores das reações emocionais.

Esse é o princípio da Gestalt, tão verdadeiro e esclarecedor sobre a origem das coisas, mas ao mesmo tempo, tão mal compreendido e negligenciado pela grande maioria dos terapeutas.

Resumidamente explicando, Gestalt é o conjunto de todas as vezes nas quais a pessoa reagiu do mesmo jeito desde o momento em que ela aprendeu a reagir assim.

É isso mesmo, o comportamento que hoje nos é prejudicial foi aprendido, como um elemento de defesa e se generalizou. E a partir desse momento, todas as vezes nas quais ocorrerem fatos semelhantes os quais possuem gatilhos, o comportamento “disparará” automaticamente.

E o momento em que a mulher se torna mãe, algum desses contextos típicos poderá elaborar o comportamento a depressão:

  • A mulher poderá ter uma história emocional de pavor de falhar e se ela falhar na sua função de criar o bebê, isso não será tolerado.
  • A mulher pode ter em sua memória emocional situações com ela ou com os seus irmãos de total negligência ou violência por parte dos pais e ela poderá ser tomada pelo medo de que isso aconteça com seu filho.
  • A mulher pode possuir em sua história emocional enormes lacunas de afetividade e trazer elementos de infantilização e a vinda do bebê significará que ela não mais poderá utilizar dispositivos inconscientes de manipulação ou reinvindicação de afeto.
  • Ainda, a mulher poderá trazer em sua história emocional memórias incosncientes de graves deficiências na relação com a mãe (relação de maternidade) e teme tanto praticar a mesma coisa com o bebê que preventivamente, já passa a ter todos os sentimentos relacionados.
  • A mulher é uma excelente profissional e foi doutrinada desde a infância a ser implacavelmente a melhor nas questões profissionais, sob a pena das críticas ou frustrações exacerbadas e a vinda do bebê insinua que ela poderá frustrar as pessoas na vida profissional. Aí entra um terrível senso de divisão.

São muitas as configurações de possibilidades do fato gerador do que equivocadamente é chamado de “depressão pós parto”, num absurdo, porém, comum ato de generalização daquilo que deveria ser entendido como muito individual.

Quando o terapeuta se apressa para dar nome para as manifestações comportamentais (diagnosticar) é porque ele é isento de “tecnologia” sobre as possibilidades do comportamento humano. Então, encontrar logo o diagnóstico lhe permite utilizar um roteiro padrão para tratar as pessoas. Ou seja, para uma imensidão de configurações diferentes é utilizada a mesma “receita”. Qual é a chance de isso dar certo?

E depois da terceira ou quarta seção, o terapeuta, disfarçando a sua insegurança, encaminhará a sua paciente para um psiquiatra. E daí o drama: quais os efeitos das medicações sobre a saúde do bebê em fase de amamentação. Pior que isso é a consciência que o tratamento medicamentoso é sintomático e não atua na causa.

É muito importante compreendermos o óbvio:

  1. O comportamento não é uma disfunção física, mas sim, expressões de processos mentais subjacentes (é software e não hardware).
  2. O comportamento é a expressão de processos mentais instalados no inconsciente. As terapias que se limitam a ficar falando com o consciente (quase todas), via de regra servem mais para convencer a pessoa que ela tem uma “doença” cujo tratamento é penoso, demorado e doloroso do que lhe ensinar a mudar rapidamente.

A PNL faz o contrário. Ao invés de ficar procurando a causa fundamental dos comportamentos problemáticos, os seus criadores e estudiosos concentram a atenção em encontrar o caminho mais curto para localizar o processo inconsciente que o gera e a ressignifica-lo.

Em nosso canal no Youtube tem um vídeo intitulado “Como o Comportamento se Instala”.

Lá você poderá ter maior clareza da simples e maravilhosa gama de lógicas sobre o comportamento humano e a indicação de que nada tem que ser difícil e penoso em termos de solução.

Espero sinceramente que esse artigo lhe tenha ajudado a compreender um pouco mais a razão das coisas e principalmente, ter-lhe indicado um caminho muito mais rápido e isento de sofrimento para a solução das dificuldades.

Forte abraço e até o nosso próximo encontro.

 

Mauricio Magagna

Master em PNL

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