Aprenda A Usar A Ansiedade Ao Seu Favor

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Aprenda A Usar A Ansiedade Ao Seu Favor

Você é ansioso? Considera isso bom ou ruim? Talvez possa se perguntar: “e quais situações a ansiedade poderia me beneficiar?”. Você gostaria de aprender a usar a sua ansiedade para a obtenção de resultados altamente positivos? Considera que isso possa ser possível?

Se você conhece pessoas altamente realizadoras, preste muito a atenção em seu comportamento. Eu pessoalmente não conheço nenhuma que não seja ansiosa.

Então a pergunta natural: A ansiedade é uma coisa boa?

E a mais óbvia das respostas: Em muitos contextos, sim.

Sem ansiedade as pessoas se tornam mornas e com elevada probabilidade de desistirem dos seus sonhos e objetivos.

Eu costumo brincar com a seguinte fórmula: ansiedade + direção = empreendedorismo.

Mas a ansiedade não pode ser ruim?

Uma das coisas que mais me fascinam na Programação Neurolinguística (PNL) é que nela não existe o totalmente bom ou o totalmente ruim. O que é considerado prejudicial em um contexto pode ser altamente benéfico noutro.

Ansiedade na hora de comer é ruim – Ansiedade na hora de praticar um esporte de competição é ótimo.

Comer engorda – Comer te mantém vivo.

Medo de falar em público é péssimo – Calar-se em certos contextos pode ser altamente estratégico.

O medo de falhar paralisa – O medo de falhar leva a fazer as coisas cada vez melhor.

Tudo depende do contexto.

A questão é que o ser humano tem a tendência de generalizar as coisas, colocando-as no tudo ou nada, no sempre ou nunca, no bom ou ruim.

Duvida? Faça um apanhado das dietas da moda, radicais, aquelas que proíbem coisas de modo absoluto. Verifique quanto dura. Ou se dura muito, avalie de modo honesto as consequências do radicalismo.

Então a melhor pergunta seria: onde isso pode trabalhar a meu favor?

Voltando para a ansiedade, a primeira consideração que é importante fazermos é a de que ela é uma palavra extremamente genérica e que tem um significado muito próprio para a pessoa que a utiliza.

É fundamental entendermos que a base de tudo o que chamamos de ansiedade é o medo e o medo é a base de todos os comportamentos, inclusive daqueles que nos beneficiam.

No caso do empreendedorismo, por exemplo, identifico como base de ansiedade do realizador, coisas do tipo:

  • Medo extremo da escassez.
  • Medo de ser considerado inferior.
  • Medo de ser considerado incapaz.
  • Medo de que aconteça algo com as pessoas que dependem dele.

Saiba, os medos foram aprendidos já na infância e se sedimentaram e se reforçaram conforme foram ocorrendo repetidamente acontecimentos que provocam medo.

Então podemos dizer que a ansiedade, que tem uma origem ruim, pode produzir dois resultados: o que nos beneficia e o que nos prejudica.

E como eu faço para exercer o meu direito de escolher? Eliminando o significado negativo do comportamento. E é exatamente para isso que serve a PNL, potencializar o que você tem de bom e eliminar o que é prejudicial.

As etapas são:

  • Ao invés de achar que você é uma pessoa problemática, passe a entender que todos os comportamentos indesejáveis são informações, verdadeiros feedbacks.
  • Aprenda a se perguntar: onde esse comportamento pode me beneficiar?
  • Aprenda a utilizar a enorme quantidade de técnicas da PNL para eliminar a componente ruim do comportamento. O nome disso é ressignificação.
  • Aprenda a utilizar a enorme quantidade de técnicas da PNL para amplificar os seus comportamentos positivos.
  • Delicie-se por assumir o comando de sua própria vida.

E para concluir essa nossa reflexão, sugiro o seguinte exercício:

  1. Pense em um comportamento indesejável seu.
  2. Associe-se – Associar-se significa você vivenciar a experiência como se ela estivesse acontecendo, ou seja, você não se vê quando estiver pensando nela, mas sim, você vê tudo dos seus olhos, de dentro de você.
  3. Identifique qual é a componente comportamental que impede que o seu resultado seja aquele que você deseja. Por exemplo: medo, culpa, insegurança, vergonha.
  4. Identificada essa componente, pergunte-se: onde isso me poderia ser útil?

Apenas por fazer essa análise, mesmo que não perceba de modo tão evidente, você já se beneficia com os seguintes resultados:

  • Você passa a admitir que pode exercer o controle sobre a decisão de quando usar os seus recursos.
  • Você passa a assimilar que não é vítima de um comportamento imutável, mas apenas generalizou a maneira de encarar os “seus problemas” de modo automático. Então, você poderá generalizar comportamentos que lhe sejam mais benéficos, através da PNL.

Pense nisso!

Forte abraço!

Mauricio Magagna-Master em PNL

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