A Utilidade Dos Comportamentos Que Nos Prejudicam

A Utilidade Dos Comportamentos Que Nos Prejudicam

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Todo Comportamento Foi Útil No Contexto Em Que Foi Gerado – O Décimo Primeiro Pressuposto da PNL

Todos nós possuímos comportamentos que gostaríamos de mudar. Coisas que fazemos e nos arrependemos depois, ou coisas que gostaríamos de fazer, mas travamos. É fácil encontrarmos exemplos para as duas situações.

Dificuldade de falar em público, reações intempestivas, surtos fóbicos, pânico, dificuldade para controlar a alimentação, procrastinação, dependências e vícios, crises extremas de ciúmes, nervosismos em processos de avaliação ou durante processos seletivos, insegurança, e muitos outros são exemplos do que estamos abordando.

Todos nós convivemos com restrições comportamentais e até aí não existe novidade alguma. A surpresa, no entanto, é o fato de que os comportamentos só permanecem em nós enquanto “eles considerarem” que estão sendo úteis. Isso pode parecer maluco, mas embasa a definição de muitas estratégias de tratamento utilizadas pela PNL e hipnose clínica.

O décimo pressuposto da PNL afirma que todo comportamento foi útil no contexto em que foi criado. Vamos dar um exemplo: Tratei de uma pessoa de com cinquenta anos que comia de modo exagerado e vivia brigando com a balança. A causa desse comportamento estava na linguagem que os pais usavam com ela desde sempre.

Tanto o pai como a mãe tinha um padrão de comunicação extremamente destrutivo. Tudo era crítica. Um dos raros momentos nos quais essa pessoa percebeu elogios foi quando comeu bastante. A partir disso “um pedaço da sua personalidade” passou a entender que quanto mais comesse, maior era a trégua conquistada com relação às críticas.

Todos os comportamentos são potencializados na infância e vão ajustando os seus gatilhos conforme a pessoa vai crescendo. Comer perante as críticas dos pais pode se generalizar para todas as situações nas quais a pessoa se perceber pressionada, com medo de errar, por exemplo.

Quando o “inconsciente entendeu” que comer minimizava as críticas, “ele” generalizou o aprendizado, e a partir daí, o que foi entendido como útil passou a trazer grandes transtornos para a pessoa. E então não importa mais a pessoa “ter consciência” de que deveria comer de modo mais saudável, pois os gatilhos disparam processos que estão alojados no inconsciente.

Portanto, se a razão do descontrole está sob o comando de ‘”um pedaço” da nossa personalidade, ir contra ele nunca é uma boa estratégia. Uma das piores orientações que um terapeuta ou conselheiro pode dar a alguém é “você precisa se esforçar”. Quando nos esforçamos conscientemente, as partes do inconsciente que determinam os comportamentos também ganham força e ao desistirmos, fazemos pior que antes.

Então, a interferência deve sempre ser direta no inconsciente, com estratégias muito bem estabelecidas, respeitando a história e as razões que originaram o comportamento indesejável e atuando para que ocorra uma determinante ressignificação dessas razões.

A Programação Neurolinguística nos fornece as ferramentas necessárias para promover um rápido e eficaz processo de eliminação das razões inconscientes que produzem comportamentos indesejáveis através dos atendimentos terapêuticos ou através dos cursos que efetivamente ensinam PNL.

Uma Ótima Semana Para Você!!!! Forte abraço!!!

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